A situação de Nino no futebol russo permanece considerada estável. O zagueiro dispõe de um contrato vantajoso com o Zenit até junho de 2028 e goza de prestígio elevado junto à comissão técnica do clube, onde atua como titular indiscutível.
Sua qualidade técnica, associada à capacidade de construção de jogo, o coloca entre os principais marcadores de presença defensiva do elenco russo. Na última temporada completa, acumulou 35 participações, com dois gols marcados e duas assistências no mesmo período.
O Fluminense surge como o principal interessado na repatriação do defensor. A eleição de Mattheus Montenegro para a presidência do clube em 2026 reforçou as pretensões tricolores, uma vez que a nova gestão mantém relacionamento próximo com Nino e demonstra abertura para negociações.
O ex-presidente Mário Bittencourt, que possui proximidade com o zagueiro, igualmente sinalizou a intenção de trazer Nino de volta ao Rio de Janeiro. Na última janela de transferências, o Fluminense empreendeu tentativa de repatriação, todavia esbarrou na rigidez do Zenit em negociações.
O Palmeiras, por sua vez, enquadra-se como avaliador preliminar do zagueiro para reforçar seu setor defensivo. Contudo, não há definição sobre avanço concreto em negociações.
O período recente do Verdão, marcado pela disputa da reta final do Campeonato Brasileiro e pela final da Copa Libertadores, canalizou o foco exclusivamente para essas competições.
A questão financeira permanece como elemento central do processo de transferência. O Zenit aceita acordo na faixa de dez milhões de euros, podendo reduzir a pedida para oito milhões de euros, aproximadamente entre quarenta e nove e sessenta e dois milhões de reais na cotação atual.
O clube russo apresenta abertura para negociar o zagueiro brasileiro, parcialmente motivada por seu planejamento de investimento em jovens sul-americanos com potencial de retorno financeiro futuro.
Nino manifesta duplicidade de propósitos quanto a seu futuro. Embora o defensor vise permanência no futebol europeu, avalia com atenção eventual retorno ao Brasil, desde que condições adequadas se materializem.
Seu interesse em deixar o Zenit existe, porém não descarta continuidade no continente europeu. O possível regresso ao futebol brasileiro dependerá, portanto, tanto do posicionamento do Zenit quanto da concretização de propostas competitivas dos clubes interessados.

