A temporada de 2025 consolidou Rayssa Leal como um dos nomes mais valiosos do esporte brasileiro. Aos 17 anos, a maranhense não apenas dominou novamente o circuito mundial de skate street, como transformou resultados em cifras robustas.
Levantamentos de veículos especializados apontam que a skatista faturou algo em torno de R$ 900 mil em premiações oficiais ao longo do ano, com parte da imprensa cravando R$ 924 mil apenas com os resultados em competições de 2025.
O desempenho financeiro do ano é impulsionado, sobretudo, pela campanha impecável na Street League Skateboarding (SLS), principal liga de skate street do mundo, e por conquistas em eventos nacionais de grande porte, como o STU Pro Tour Rio.
A soma reforça a escalada de sua fortuna e confirma a skatista como um ativo esportivo e de marketing de primeiro escalão.
Quanto Rayssa Leal ganhou em 2025 nas competições internacionais
O maior impacto no bolso da atleta veio da SLS. Em 2025, Rayssa repetiu o roteiro de domínio absoluto e se tornou tetracampeã consecutiva do Super Crown, a grande final da liga, disputada no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo.
Pelo título, recebeu 100 mil dólares de premiação, valor que, na cotação utilizada pelos veículos de economia e esportes, corresponde a cerca de R$ 543 mil a R$ 545 mil.
Antes da decisão em São Paulo, a maranhense já havia acumulado cifras relevantes nas etapas do circuito. Em Miami, Rayssa foi campeã e garantiu 60 mil dólares, o equivalente a aproximadamente R$ 326 mil.
Em Las Vegas, ficou com o vice-campeonato e levou 10 mil dólares, montante que a imprensa converte em algo em torno de R$ 54 mil a R$ 65 mil, a depender da cotação considerada.
Somados, os três principais resultados de Rayssa na SLS em 2025 – Super Crown, etapa de Miami e etapa de Las Vegas – renderam 170 mil dólares em prêmios.
Convertidos para reais nas bases usadas pelas reportagens, esses valores representam aproximadamente R$ 869 mil apenas no circuito da Street League. Trata-se de um desempenho que a mantém entre os atletas mais bem remunerados da modalidade no cenário internacional.
O peso das competições nacionais no bolo de 2025
Além da SLS, o calendário de Rayssa incluiu provas importantes no Brasil. No STU Pro Tour Rio, etapa disputada na Barra da Tijuca, ela conquistou mais um título e chegou ao pentacampeonato na etapa carioca.
O torneio, que se consolidou como uma das principais vitrines do skate street nacional, também oferece premiação expressiva.
De acordo com apuração publicada pela imprensa esportiva, a vitória de Rayssa no STU Rio rendeu mais de R$ 185 mil em premiação.
Embora esse valor, em alguns levantamentos, não apareça sempre somado às cifras da SLS, seu impacto é inegável para o caixa da skatista e ajuda a explicar por que os totais divulgados sobre o que ela ganhou em 2025 variam entre diferentes veículos.
Considerando apenas o que há de consenso nas reportagens – SLS e STU Rio –, o faturamento anual de Rayssa em prêmios de competições ultrapassa com folga a casa dos R$ 900 mil, podendo chegar ou superar R$ 1 milhão, dependendo da metodologia de conversão cambial e dos torneios incluídos na conta.
Por que alguns levantamentos falam em R$ 924 mil?
Um dos números que mais repercutiu na imprensa de celebridades e esportes em 2025 foi o de que Rayssa Leal “faturou R$ 924 mil em premiações por seus resultados em competições no ano”.
O valor é atribuído a um levantamento que reúne dados do mercado financeiro e esportivo, com base principalmente nas premiações oficiais da SLS e nos resultados mais relevantes do calendário internacional.
A diferença entre os R$ 869 mil amplamente citados como total da SLS e os R$ 924 mil apontados em algumas matérias se explica por fatores como:
- Inclusão ou não de competições fora da SLS, como etapas do STU e outros eventos de street;
- Variação da cotação do dólar considerada no momento de cada publicação;
- Critérios distintos para contabilizar bônus e prêmios acessórios atrelados às competições.
Na prática, os números indicam uma faixa bastante clara: entre cerca de R$ 870 mil e pouco mais de R$ 900 mil em premiações diretas, com parte da imprensa fixando a referência em R$ 924 mil como síntese do ano competitivo de Rayssa em 2025.
Crescimento da fortuna e peso dos patrocínios
Os valores de premiação ajudam a dimensionar a força esportiva de Rayssa Leal, mas não contam toda a história de sua fortuna.
Em paralelo ao desempenho nas pistas, a skatista construiu um portfólio robusto de contratos de patrocínio, ações publicitárias, participações em campanhas globais e presença em grandes marcas esportivas e de lifestyle.
Levantamentos que somam premiações em dinheiro, bônus olímpicos e acordos de patrocínio estimam que a fortuna acumulada de Rayssa gire em torno de R$ 5 milhões a R$ 7 milhões, ainda aos 17 anos.
Essa faixa reforça o impacto combinado entre resultados esportivos consistentes e alto valor de mercado junto a patrocinadores – cenário potencializado pelos títulos mundiais, conquistas olímpicas e forte presença nas redes sociais.
Há ainda estimativas mais agressivas circulando em redes sociais e conteúdos de entretenimento, mencionando valores na casa de R$ 90 milhões como patrimônio potencial da skatista.
Esse tipo de cifra, porém, não é respaldado por balanços públicos nem por documentos oficiais, servindo mais como indicativo do interesse em torno da imagem da atleta do que como dado consolidado. Já as faixas entre 5 e 7 milhões de reais são as que aparecem com maior consistência em reportagens que detalham ganhos esportivos e contratos de marketing.
Dominância esportiva aos 17 anos e efeito na carreira
Os números de 2025 são resultado de um ciclo de alto rendimento que vem desde a adolescência precoce.
Rayssa ganhou projeção mundial ao conquistar a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2021, aos 13 anos, e desde então acumulou títulos em campeonatos mundiais, etapas da SLS, X Games, STU e Jogos Pan-Americanos.
Entre 2022 e 2025, a skatista construiu uma sequência histórica: múltiplos títulos em etapas da SLS, conquistas em campeonatos mundiais organizados pela World Skate, medalha olímpica em Paris 2024 e o tetracampeonato consecutivo da SLS Super Crown, todos elementos que a colocam na prateleira mais alta do skate street feminino.
Esse domínio esportivo explica por que, mesmo em um mercado ainda em desenvolvimento no Brasil, Rayssa aparece como exceção em termos de capacidade de geração de receita e valorização de marca pessoal.
O próprio ecossistema do skate ajuda a dimensionar o impacto. A SLS distribuiu, na final de 2025, cerca de R$ 1,9 milhão em premiações, com US$ 100 mil reservados para cada campeão – valores mantidos em relação ao ano anterior.
Em escala global, o mercado de produtos e equipamentos de skate movimenta bilhões de dólares por ano, com projeções de crescimento até a próxima década. Dentro desse cenário, Rayssa se consolidou como um dos rostos mais reconhecíveis, impulsionando a própria modalidade e atraindo novos recursos para o circuito.
O que o faturamento de 2025 revela sobre o futuro da skatista
O faturamento de centenas de milhares de reais em premiações em apenas uma temporada, somado a uma carteira de patrocínios avaliada em milhões, indica que a curva financeira de Rayssa Leal segue em ascensão.
Aos 17 anos, com um currículo que muitos atletas não alcançam em toda a carreira, a skatista conseguiu transformar precocemente talento em patrimônio.
A tendência é que, mantido o nível de resultados e a relevância global, os prêmios de competições – por si só já expressivos – passem a representar uma fração cada vez menor de sua renda total, diante de contratos comerciais mais complexos, licenciamento de imagem, produtos assinados e participações em projetos multimídia.
Mesmo assim, o recorte de 2025 é revelador: em um único ano competitivo, Rayssa Leal adicionou algo entre R$ 900 mil e mais de R$ 1 milhão ao seu patrimônio apenas com o que fez sobre o skate.
Em um país onde o skate por muito tempo ocupou espaço marginal, o desempenho da “fadinha” transforma resultados em números robustos e sinaliza que sua fortuna tende a crescer tanto quanto a lista de títulos que já ostenta.

